alummiô

Agosto 2026

Reunimos aqui o que os números mostram.

Daniela Risso · Psicologia & Psicanálise · 1 de agosto a 3 de setembro de 2026

O mês em números

Os dados do anúncio vêm do Google. Os contatos vêm da planilha que você preenche + feedback enviado via audio.

Investido no anúncio
R$ 1.573
no período
Vezes que seu anúncio apareceu
29.892
para pessoas buscando no Google
Pessoas que entraram no site
1.083
clicaram para saber mais
Pessoas que falaram com você
8
R$ 197 cada uma
Entrevistas iniciais feitas
1
em 25 de agosto
Entrevista agendada
1
sexta-feira, 16h
Paciente em análise
1
toda semana, no consultório, desde julho
Desde o começo, em julho
19
pessoas procuraram você

Quem procurou você

Oito pessoas escreveram ou ligaram no período. Guardar o que aconteceu com cada uma é o que nos permite entender quem está chegando — e ajustar o anúncio a partir disso, e não de suposição.

Mãe de adolescente
Procurou atendimento para o filho. Entrevista inicial marcada para sexta-feira, às 16h. É a conversa que segue aberta.
setembro
Bruna
Fez a entrevista em 25/08, tinha demanda para análise e demonstrou querer continuar. Vocês combinaram de falar sobre horários durante a semana. Ela não respondeu mais.
23 ago
Iracema
Procurava atendimento para o filho de 16 anos. Perguntou o valor da sessão e não seguiu depois disso.
20 ago
Ana Luiza
Já começou perguntando o valor. Queria atendimento no consultório, mas voltou ao preço e parou de responder — inclusive quando você retomou.
20 ago
Maurício
Disse o nome. Quando você perguntou sobre o formato do atendimento, não respondeu mais.
25 ago
Ignacy
Mandou mensagem e sumiu logo na primeira resposta.
12 ago
Alguém que buscou seu nome
Chegou pesquisando "Daniela Risso Itaú" e queria atendimento por convênio da empresa. Quando soube que o atendimento é particular, encerrou. Provavelmente encontrou você pelo LinkedIn.
setembro
Uma ligação
A pessoa não procurava atendimento clínico.
setembro

O que dá para aprender com essas oito pessoas

  • Três sumiram logo na primeira resposta. Escreveram, você respondeu, e nunca mais deram sinal. É o que mais acontece — e talvez seja o mais fácil de mudar.
  • Duas saíram quando o assunto foi o valor. Quem pergunta o preço está considerando de verdade. São as pessoas mais próximas de começar, e vale um cuidado especial nesse momento da conversa.
  • Uma já tinha estado com você e não voltou. A Bruna fez a entrevista, tinha demanda, queria seguir — e a combinação de horário ficou para depois. É a que mais dói.
  • Uma chegou pelo seu nome. Não veio de anúncio nenhum. Alguém procurou "Daniela Risso" e encontrou você. É o site e o LinkedIn trabalhando sozinhos.
  • Duas procuravam atendimento para adolescentes. Com as de julho, já são cinco. O anúncio está alcançando um público mais amplo do que precisa.

Quantos pacientes fazem a conta fechar

Análise não é uma compra única. Quem começa e permanece volta toda semana, por meses ou anos. Por isso a pergunta certa não é quanto custou cada pessoa que escreveu, e sim quantos pacientes em análise sustentam o consultório.

Faça as contas você mesma

Mova os controles e veja como fica o mês com diferentes números de pacientes.

O que entra com as sessões R$ 3.600
O que sai para o anúncio R$ 1.500
O que sai para a Alummiô R$ 1.200
Sobra no mês
+ R$ 900
Um paciente semanal por 6 meses
R$ 7.200
Um paciente semanal por 12 meses
R$ 14.400
Investido no anúncio até hoje
R$ 1.894

O que esses números querem dizer

  • Três pacientes em análise cobrem tudo. Não trinta, não dez. Três. Esse é o número que muda o jogo.
  • Você já tem um em análise, um agendado para sexta e um que chegou até a entrevista. O caminho até o terceiro é mais curto do que a sensação de mês parado sugere.
  • A paciente que começou em julho já cobriu quase tudo o que foi investido no anúncio até agora. São cerca de seis semanas de sessões. Se ela permanecer um ano, sozinha vale sete vezes esse valor.
  • Esse tipo de investimento não se paga no primeiro mês — e não é para se pagar. Ele se paga na permanência, que é exatamente o que a análise constrói.

O que já existe e continua trabalhando

Desde março, construímos coisas que seguem funcionando mesmo quando o anúncio está pausado. A pessoa que chegou este mês buscando seu nome é a primeira prova disso.

Sua identidade visual

Um jeito de aparecer que é seu: cores, tipografia, tom de voz. O mesmo em todos os lugares onde você está.

Seu site

Um endereço que é só seu, encontrável no Google, com o consultório, sua formação e seu modo de trabalhar.

Ensaios & Escritos

Seus textos publicados. Mostram como você pensa e vão sendo encontrados no Google com o tempo.

A página de análise individual

Feita para quem está considerando começar. Explica como funciona e responde as dúvidas antes da pessoa escrever.

Instagram e LinkedIn

Presença nas duas redes, com conteúdo que conversa com quem você quer atender.

A planilha de contatos

Onde cada pessoa que procura você fica registrada. É graças a ela que este relatório existe.

O que muda daqui pra frente

Cinco ajustes já feitos, todos com o mesmo objetivo: menos gente escrevendo, mais conversa que vira paciente.

O anúncio agora fica perto de você

Só aparece para quem está ou passa por um raio de 5 km do consultório: Moema, Itaim, Vila Olímpia, Campo Belo, Brooklin e Vila Mariana. Antes chegava gente de outros estados.

Quem clica cai na página certa

Antes o anúncio levava para a página inicial do site. Agora leva direto para a de análise individual, que explica como funciona. A pessoa chega ao WhatsApp já sabendo mais.

Buscas que não fazem sentido foram bloqueadas

Atendimento gratuito, convênio, criança e adolescente, terapia de casal, avaliação psicológica, outras especialidades. Cada uma delas era um clique pago que nunca viraria paciente seu.

Agora sabemos quais buscas trazem conversa

Cada clique no botão de WhatsApp passou a ser registrado. Com isso dá para descobrir quais palavras trazem gente que realmente escreve — e colocar o dinheiro nelas.

Duas sugestões, com todo o respeito

A primeira: sair da entrevista inicial já com dia e horário marcados, em vez de deixar para combinar durante a semana. A segunda: quando perguntarem o valor, responder com um número, e deixar a explicação da tabela para o momento de fechar. Foram nesses dois pontos que mais gente se perdeu.