Reunimos aqui o que os números mostram.
Os dados do anúncio vêm do Google. Os contatos vêm da planilha que você preenche + feedback enviado via audio.
Oito pessoas escreveram ou ligaram no período. Guardar o que aconteceu com cada uma é o que nos permite entender quem está chegando — e ajustar o anúncio a partir disso, e não de suposição.
Análise não é uma compra única. Quem começa e permanece volta toda semana, por meses ou anos. Por isso a pergunta certa não é quanto custou cada pessoa que escreveu, e sim quantos pacientes em análise sustentam o consultório.
Mova os controles e veja como fica o mês com diferentes números de pacientes.
Desde março, construímos coisas que seguem funcionando mesmo quando o anúncio está pausado. A pessoa que chegou este mês buscando seu nome é a primeira prova disso.
Um jeito de aparecer que é seu: cores, tipografia, tom de voz. O mesmo em todos os lugares onde você está.
Um endereço que é só seu, encontrável no Google, com o consultório, sua formação e seu modo de trabalhar.
Seus textos publicados. Mostram como você pensa e vão sendo encontrados no Google com o tempo.
Feita para quem está considerando começar. Explica como funciona e responde as dúvidas antes da pessoa escrever.
Presença nas duas redes, com conteúdo que conversa com quem você quer atender.
Onde cada pessoa que procura você fica registrada. É graças a ela que este relatório existe.
Cinco ajustes já feitos, todos com o mesmo objetivo: menos gente escrevendo, mais conversa que vira paciente.
Só aparece para quem está ou passa por um raio de 5 km do consultório: Moema, Itaim, Vila Olímpia, Campo Belo, Brooklin e Vila Mariana. Antes chegava gente de outros estados.
Antes o anúncio levava para a página inicial do site. Agora leva direto para a de análise individual, que explica como funciona. A pessoa chega ao WhatsApp já sabendo mais.
Atendimento gratuito, convênio, criança e adolescente, terapia de casal, avaliação psicológica, outras especialidades. Cada uma delas era um clique pago que nunca viraria paciente seu.
Cada clique no botão de WhatsApp passou a ser registrado. Com isso dá para descobrir quais palavras trazem gente que realmente escreve — e colocar o dinheiro nelas.
A primeira: sair da entrevista inicial já com dia e horário marcados, em vez de deixar para combinar durante a semana. A segunda: quando perguntarem o valor, responder com um número, e deixar a explicação da tabela para o momento de fechar. Foram nesses dois pontos que mais gente se perdeu.